Confira!

[Crítica] Cinderela: Um filme para nos lembrar do poder da gentileza

Cinderela e sua mãe

Finalmente pude conferir a nova adaptação de “Cinderela” da Disney. E que prazer foi estar sentado em uma sala de cinema assistindo um filme tão bem feito em cada detalhe e sobre tudo com uma história pura e inocente, fazendo acredito que não só eu, mas todos que assistem a pensar  no poder da bondade e da gentileza.

[sugestão] De o play e conheça parte da  trilha sonora instrumental e continue sua leitura:

Com um elenco super, mega carismático e claro talentoso, a versão em live-action de “Cinderela” vem para encantar velhas e novas gerações. Quem conhece a versão animada de 1950 certamente teve explosões de recordações e comparações com o que foi apresentado nesta nova adaptação.

Não tem como não ficar contente em ver os personagens e suas principais características da animação de décadas atrás, agora ali, em personagens de carne e osso , muito bem representados  e dando vida a tudo o que nossa imaginação foi capaz de criar em cima da versão de 1950. A madrasta tão elegante, sarcástica e ao mesmo tempo com uma maldade em seus olhos que sua beleza não é capaz de esconder. E aquela risada cheia de maldade? Quem já conferiu sabe quão marcante foi.

Os “bichinhos” da versão de 1950 também, ganharam vida e as mesmas características e personalidades. Um encanto! Os ratinhos, o gato malvado, os passarinhos que não tiveram tanto destaque como na animação, mas marcaram presença.

A casa de Cinderela não podia ser mais encantadora e ao mesmo tempo tão simples e modesta. Um lugar lindo, cercado por natureza e uma magia digna de contos de fadas. É ali no entorno da casa que começamos a conhecer a história de Cinderela e sua família. Dá gosto ver tanta felicidade naquela família. Confesso que me fez voltar à minha infância de alguma maneira, e acreditar que toda aquela felicidade e de certa forma ” aquela magia” pudesse acontecer na vida de todos. O filme nos traz bons sentimentos, não duvide disso.

A relação de Ella e sua mãe não poderia ser mais afetuosa do que foi mostrada. O modo como o pai amava suas “princesas” e fazia tudo por elas, é belo de se ver. Essa introdução da história foi a parte diferente da animação que não da grandes detalhes. No filme você começa a se apegar e apaixonar pelos personagens nos primeiros segundos da adaptação.

Com o decorrer dos acontecimentos principais, chegamos ao ponto que todos conhecem da história, a crueldade da madrasta e suas filhas. Talvez essa seja as cenas mais divertidas de se ver, talvez apenas cruéis. Ella trata a todos com enorme gentileza como sua mãe a ensinou e deixou como lição para agir em sua vida: “Tenha coragem e seja gentil”, foi isso que sua mãe a fez prometer, e foi essa promessa que motivou Ella a não desistir de nada.

Diferente de outros filmes/personagens que quando o/a protagonista é bonzinho (a) demais, o público pega uma certa implicância, com Ella isso não acontece. É tão natural, é tão da personagem aquelas atitudes que você não cogita e nem espera que ela aja o contrário.

O carinho e respeito pelos animais, desde os menores aos maiores é o mesmo que ela trata as pessoas, o que garante cenas muito fofas e divertidas. As cenas de transformação dos animais pela fada madrinha é um momento de empolgação. Você esta ali vendo a transformação de cada um num belo contexto e toda amarrada a contos infantis. A fada madrinha não podia ser mais especial do que foi. Os figurinos são belos e de alguns personagens muito semelhantes aos da animação.

Para finalizar minha crítica super positiva sobre o filme, é importante entender que é uma adaptação Disney, até então para mim, a mais perfeita que já foi feita. A Disney conseguiu pegar um clássico belíssimo  e transforma-lo num novo e encantador clássico, capaz de resgatar com muito sucesso algo inocente, puro e o espírito de produções antigas, que não precisavam de grandes efeitos, mais de boas histórias, bons valores, boas atuações e cenários marcantes. Um filme bem família, com belas lições e exemplos de bondade e generosidade que nos faz olhar para o mundo e as pessoas a nossa volta e que certamente irá passar por muitas gerações futuras. A  favor de nosso tempo temos somente toda a tecnologia que pode ser usada para belos efeitos visuais como nas cenas com a Fada Madrinha.

É possível ver ao longo do filme itens singulares como a iluminação do baile Real composta apenas por luzes de velas – o que foi um dos maiores trabalhos para a produção, manter aquela quantidade de velas acesas para a gravação de varias cenas e com tantos atores e figurantes – o que deu todo encanto, magia e o charme da época para essa produção.

A trilha sonora, é claro que eu não podia deixar de citar, sutil e poderosa. Toda ela é instrumental, existem três canções na trilha, uma cantada por Ella, que aprendeu com sua mãe, que também a canta no filme, outra da Fada Madrinha que foi divulgada mas não inserida na adaptação e uma que toca nos créditos, baseada em uma das instrumentais apresentada e repetida algumas vezes. Conheça:

E aí, te deixou um pouquinho curioso(a) para conferir o filme?

Por Bruno Vieira

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Sobre Bruno Vieira (760 artigos)
Estudante de Comunicação Social – Publicidade, tem 27 anos e adoraria se lembrar do primeiro filme que viu em sua vida, mas o que passa em sua mente são flashs de sessões da tarde, com muitas aventuras, romances e filmes de terror da década de 80 e 90. Aprendeu a amar e se emocionar ( e tem prazer em chorar ) com o gênero drama. Gosta de comédia e ação e adora musicais e fantasia. Outro amor são as animações, filmes de heróis e tudo aquilo que faça qualquer um viajar com o poder da imaginação. Se identifica muito com o personagem Woody (Toy Story) pelo o quanto ele valoriza e faz pelas amizades. Um herói? Claro… O Homem-Aranha.

3 comentários em [Crítica] Cinderela: Um filme para nos lembrar do poder da gentileza

  1. Oi! Ótima descrição do FILME….
    Muito boa mesmo,tô ansiosa pra ver o filme……

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