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[Crítica] Qualquer Gato Vira-Lata 2

Tati (Cléo Pires) e Conrado (Malvino Salvador), que terminam juntos o primeiro filme, viajam a Cancún, onde ele participa de uma conferência para o lançamento de seu livro. Lá, ela aproveita a ocasião para pedi-lo em casamento, com transmissão via internet para todos os amigos no Brasil. Mas, ao responder, Conrado solta apenas um “Posso pensar?”. A moça, então, se decepciona e Marcelo (Dudu Azevedo), ex de Tati, volta a ter esperanças. Para complicar, Ângela (Rita Guedes), a ex de Conrado, também é convidada para o mesmo evento no México, onde também está lançando um livro, cuja tese bate de frente com a dele.

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O cinema nacional ficou mesmo refém de produções com cara de especial da Rede Globo, por mais que as vezes algumas chegam até ser divertidas nenhuma delas passam o potencial que nossos atores e cineastas podem apresentar, recentemente Fabio Porchat e Ian SBF mostraram com seu Entre Abelhas que nos ainda temos esperança de ver um cinema brasileiro forte e com historias bem mais elaboradas, esse cinema existe só que infelizmente não tem força para chegar ao grande publico, em alguns casos só e possível assistir em festivais espalhados pelo país.

Apos este meu pequeno desabafo sobre as produções cinematográficas do nosso país, venho falar a vocês que apesar de ter achado o primeiro Qualquer Gato Vira-Lata até divertido, eu não fui ao cinema para assistir sua sequência, sai de casa com outro filme na cabeça, mas por um golpe do destino e intervenção de algumas pessoas, lá fui eu conferir o filme escrito e dirigido por Roberto Santucci de produções como Loucas Para Casar (2015), Até que a Sorte nos Separe (2012), De Pernas pro Ar (2010) e do ótimo Bellini e a Esfinge (2001), e confesso que que fui fisgado totalmente, o filme é de uma leveza que pouco se vê nessas produções recentes, mesmo com a história sendo um clichê do gênero, você consegue se divertir com as reviravoltas da trama, e muito se deve ao elenco afiado que parecia esta muito a vontade em seus respectivos papéis, a química entre o casal principal interpretado por Cléo Pires e Malvino Salvador é um dos pontos chaves, Dudu Azevedo que interpreta o “malandro” Marcelo faz você querer torcer por ele em alguns momentos, outra que não deixa a desejar é a atriz mirim Mel Maia que faz uma daquelas crianças precoces que muito lembra a menininha do filme Esposa de Mentirinha (2011) com Adam Sandler e Jennifer Aniston, a unica ressalva que eu tenho é com a participação de Fabio Jr. que julgo ter sido um pouco desnecessária, em alguns momentos fiquei com vergonha alheia, mas não comprometeu a produção.

Bem… o filme cumpre exatamente o que prometeu, nos entrega uma comedia romântica sem muitas pretensões, mas que vai te deixar por 104 minutos com um sorriso no rosto.

Por Rodrigo Slater

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