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[Crítica] O Exterminador do Futuro: Gênesis

O Filme começa em 2029, quando a Guerra do Futuro está em seus momentos decisivos e um grupo de rebeldes humanos está prestes a derrotar o sistema de inteligência artificial Skynet. John Connor (Jason Clarke, de A Hora Mais Escura) é o líder da resistência, e Kyle Reese (Jai Courtney, de Divergente) é o seu soldado mais leal.

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Um dos motivos que fez eu sair de casa em uma noite de quinta-feira fria de Junho, para adentar as dependências do Cinemaxx Mercado Estação, em uma sessão 3D completamente desnecessária, foi um senhor chamado Arnold Schwarzenegger, eu como fã do “The Governator” desde que eu era “batutinha”, me sinto na obrigação de acompanhar qualquer produção que este “jovem rapaz” de 68 anos esteja participando. Outro motivo foi para agradar a criança que existe no meu interior e que cresceu assistindo as pérolas do Domingo Maior aonde a maioria dos “brucutus” da década de 80 e 90 se eternizaram.

Por mais que a confiança na produção dirigida por Alan Taylor (Thor – O Mundo Sombrio) não fosse muita, eu fui na intenção de ver um filme digno dos dois primeiros “Terminator”, pelo menos no lado estético o filme faz o seu trabalho, resgatando os fãs da obra dirigida por James Cameron, o fato é que quando o filme tenta partir para uma coisa mais original, ele se perde completamente, e o que vemos é um roteiro sem nenhuma inspiração, que ao invés de nos fazer vibrar a cada cena, ele embaralha a nossa mente fazendo uma confusão desnecessária em uma historia que foi brilhantemente finalizada em 1991 com “O Julgamento Final”.

O Filme começa em 2029, quando a Guerra do Futuro está em seus momentos decisivos e um grupo de rebeldes humanos está prestes a derrotar o sistema de inteligência artificial Skynet. John Connor (Jason Clarke, de A Hora Mais Escura) é o líder da resistência, e Kyle Reese (Jai Courtney, de Divergente) é o seu soldado mais leal. Como no filme original, Connor envia Reese de volta a 1984 para salvar a mãe de Connor, Sarah (Emilia Clarke, de Game of Thrones), de um Exterminador programado para matá-la, evitando assim que ela futuramente dê a luz a John. Mas o que Reese encontra do outro lado não é nada do que ele esperava. Sarah Connor não é a inocente que era quando Linda Hamilton a interpretou pela primeira vez, e nem a guerreira do segundo filme, de 1991. Em vez disso, a mãe do Messias da humanidade é uma garota que foi criada, desde os 9 anos de idade, pelo Exterminador interpretado por Arnold Schwarzenegger – um velho modelo T-800 que ela chama de “Pops” -, que está programado para protegê-la, e não matá-la. Como resultado, Sarah é uma reclusa altamente anti-social, ótima com um rifle sniper mas não tão boa para lidar com as nuances da emoção humana.

Por mais que o filme não tenha sido tão bom, o que salva é o eterno Mr. Olympia, pois quando o filme entra em um buraco de confusão, o T-800 aparece e nos trás aquele brilho das duas primeiras produções. Eu Torço para que não tentem mais fazer filmes do Exterminador do Futuro, e que se forem fazer, para esperar os direitos voltarem para o James “Rei do Mundo” Cameron, por que uma coisa foi provada, Terminator só com ele na cadeira de direção.

Por Rodrigo Slater

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