Confira!

[Especial] 20 filmes que se destacaram em 2015

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E o ano de 2015 esta se acabando, e no que podemos dizer, ao menos sobre o que foi esse para o cinema é que foi um ano de grandes e gratas surpresas. Talvez tenha sido o ano da Nostalgia, da boa nostalgia. Um ano para resgatar antigas franquias, mexer com o “coraçãozinho” de seus antigos fãs e conquistar uma nova geração de fãs.

Foi um ano de excelentes produções, mas claro que teve erros, porém tão poucos se comparados ao excelente conteúdo que foram exibidos nas telonas de todo o mundo.
Por isso a galera do clube resolveu listar algumas produções que chegaram aos cinemas de janeiro a dezembro de 2015 com algum destaque, seja por suas histórias terem conquistado plateias, ou por terem lotado salas de cinema. Grandes histórias, grandes surpresas… filmes que devem ser vistos, revistos e lembrados com grande satisfação, como filmes de 2015.
Confira nossa lista e comente ao final o que você mais gostou ou qual sentiu falta nessa lista!

Cinderela

“Tenha Bondade e seja gentil!” Certamente um dos maiores acertos de adaptações em live-action dos clássicos Disney, foi o filme “Cinderela”. O filme foi um encanto do inicio ao fim. Contou com um belo e talentoso elenco, um mágico cenário e deslumbrantes figurinos. O que gosto de ressaltar sobre esse filme foi toda a doçura e simplicidade que conseguiram passar a todos os públicos. Uma história tão inocente e pura que nos dias de hoje é raro de se ver. E conta também que até o público masculino que conferiu o longa se surpreendeu com o que viu!

Vingadores: Era de Ultron

Desde 2012 após o sucesso de Vingadores, sua continuação já estava sendo aguardada por milhares de fãs. Vingadores: Era de Ultron foi um dos filmes mais aguardados de 2015. O longa veio com uma boa história adaptada dos quadrinhos e um reforço na equipe de heróis da Marvel; Mercúrio, Feiticeira Escarlate, Maquina de Combate, Falcão e Visão, foram os novos heróis a entrarem para a equipe dos vingadores. O filme ainda apresentou ainda um pouco mais da história de heróis já conhecidos da franquia. Ação, efeitos especiais e visuais não faltaram no filme que apesar de não ter desbancado seu antecessor ainda foi uma das grandes bilheterias do ano.

A Incrível História de Adeline

Mais um daqueles ótimos filmes que deveriam ser vistos por todos e que é ótimo para se fazer algumas reflexões, mas que infelizmente não esteve em grande circuito. A Incrível História de Adeline foi uma tocante história que nos faz refletir sobre a imortalidade e as oportunidades que desperdiçamos na vida por algum medo. Um elenco carismático deu vida e comoção a essa história, que contou também com uma bela fotografia, um excelente figurino e boa trilha sonora.

Jurassic World

Uma das maiores, senão a maior surpresa do ano foi o poderoso sucesso de Jurassic World nos cinemas. Quem diria que ainda teria tanta gente querendo ver filmes de dinossauros não é mesmo?! Pois é, o novo filme da franquia não decepcionou em nada aos fãs antigos fãs do primeiro longa de 1993. Esses inclusive foram presenteados por doses maravilhosas de nostalgia. É sério! Foi maravilhoso sentir tanta boa nostalgia nesse novo longa, lembrando do antigo/primeiro parque dos dinossauros.  O Filme ainda fez algumas excelentes inovações e adaptou maravilhosamente o parque para nossas atuais novas tecnologias. E o melhor é que se encaixou brilhantemente na história. Não deixou de lado nomes/personagens importantes do primeiro filme da franquia. Veio sem “grandes” erros, mesmo tendo uma galera se incomodando com a história dos saltos altos hehehe. Jurassic Worl ainda conseguiu se tornar a Terceira maior bilheteria na história do cinema, lugar ocupado antes pelo primeiro filme dos Vingadores.

Divertida Mente

O filme mais genial e brilhante do ano!!! Sério! A Pixar foi novamente além do que poderíamos imaginar em 2015. Só pelo trailer já tínhamos certeza de que a história seria interessante e divertida, mas é ao conferir a animação que nos deparamos com um trabalho espetacular! Uma viagem maravilhosa aos nossos sentimentos e emoções. Recheada de genialidade, similaridade e ternura. A animação encantou e garantiu a diversão de todos os públicos, com uma história que só a Pixar mesmo poderia ser capaz de imaginar e realizar!

Cidades de Papel

Segunda adaptação de John Green nos cinemas, Cidades de papel, foi sobre tudo uma história fofa. De inicio, acompanhamos o amor não correspondido por sua vizinha. Depois começamos a conhecer um trio de amigos no finalzinho do último ano escolar. parece mais do mesmo, mas é com o desaparecimento da tal “vizinha” que começamos a conhecer o sentido dessa história, e as doses de reflexões vem a frente. Esse que vos fala se surpreendeu com essa tal “dose” de reflexão. O longa ainda conta com uma ótima e variada trilha sonora.

O Pequeno Príncipe

Não é de hoje que animações não são voltadas somente para o público infantil, não é mesmo?! Entre tanto a carismática e encantadora nova versão de O Pequeno Príncipe parece ter sido feita exclusivamente para o público adulto, afim de buscar assim como o livro, algumas profundas e importantes reflexões. É claro que uma criança pode ver e rever, certamente até o público infantil se encanta com essa animação, sim, pode se divertir também! Mas a história é profunda e tocante demais para o público adulto. Uma animação para se conferir mil vezes, e em conjunto, parar e refletir sobre N coisas. O longa ainda contou com uma bela e bem trabalhada trilha sonora, bem francesa, diga-se de passagem. Todas super emotivas, seja para se comover, seja para se divertir. Um verdadeiro encanto! O filme contou com dois tipos de animação diferentes, um em papel machê para contar a conhecida versão do livro, e a outra computadorizada para dar vida a uma outra história que inclui o “Aviador” nela e uma garotinha super atarefada por conta da vontade da mãe de fazê-la ter todas as chances futuras no mercado de trabalho. Uma inesquecível e premiada animação!

Jogos Vorazes – A Esperança, o Final

O último filme da franquia, foi um dos filmes mais aguardados de 2015 também, não só por ser mais um da franquia mais por ser o desfecho da história. No geral não desagradou a ninguém, mas alguns esperaram por mais. Esse que vos fala por exemplo, achou o filme muito bom! Retomou otimamente as cenas de ação com aquele gostinho dos jogos vorazes do primeiro e segundo filme e apresentou uma história muito bem construída e o mais próximo do livro possível. O elenco para variar deu um show! A trilha sonora ficou somente na instrumental, mas houve uma grata surpresa… a canção que é tocada ao subir os créditos após a melancólica, porém feliz cena, cantada pela atriz Jeniffer Lawrence. O Filme encerrou com chave-de-ouro a franquia.
Cinquenta Tons de Cinza
Em fevereiro finalmente chegou as telonas, umas das adaptações mais esperadas pelo público feminino, Cinquenta tons de Cinza, apresentou uma história de amor um tanto quanto peculiar, e diferente do livro, o filme deu uma maior ênfase ao romance do que ao grande tabu,
sadomasoquismo. O filme teve uma poderosa e gostosa trilha sonora e foi um dos primeiros destaques do ano a buscar nas plateias dos cinemas um maior público feminino. Ao longo do ano outras produções procuraram o mesmo… chamar a atenção do público feminino para novas franquias. Star Wars VII  pode ser citado como o último filme a fazer isso em 2015, pois inclui em sua história uma poderosa personagem feminino, visando alcançar um novo público para a franquia.

Pan

Mesmo com algumas críticas negativas sobre a nova versão de Perter Pan e o problema de gastos com a divulgação do longa, Pan foi uma doce e inocente aventura nas telonas. A história contou o que teria acontecido antes da história que o mundo já conhece sobre o personagem. Contou suas origens, e diga-se de passagem… belissimamente! Não faltaram cenas que comovessem o telespectador, fossem por laços maternos, de amizade, de perda ou de felicidade. O filme ainda garantiu boas risadas, doses de aventuras e encantou não só por sua história mais pelos cenários, trilha sonora e efeitos especiais.

Perdido em Marte

Quem é admirador de filmes com a temática de ficção científica não pode ter deixado ou deixar de conferir esse filme, com o consagrado Matt Damon. O filme nos leva a uma incrível viagem para um dos planetas mais inusitados do nosso sistema solar, Marte. Narrado de uma maneira bem realista as situações que o filme trás são mais que surpreendentes. O filme não deixa a desejar em nenhum requisito, excelente fotografia, mixagem de som, boa utilização de efeitos especiais, direção e quanto a atuação de Damon… nota 10. Isso dentre outros detalhes, fazem com que Perdido em Marte seja lembrado como um grande destaque do cinema desse ano.

 

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Para Sempre Alice

“Para Sempre Alice” merece destaque pelos devidos fatos: Juliane Moore entrega uma de suas melhores interpretações nesse filme, tanto que é que recebeu merecidamente o Oscar de Melhor Atriz 2014; e o filme em si aborda de forma delicada e realista a doença do Mal de Alzeheimer dentro de uma família bem estruturada, e como o diagnóstico pode afetar a vida de todos os envolvidos. Com certeza, um dos melhores filmes do ano no gênero Drama e que tocou os corações e emocionou a todos que assistiram.
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Relatos Selvagens

Talvez de pouco conhecimento pela maioria, mas bem elogiado pelos críticos, “Relatos Selvagens”, de Damián Szifrón, merece destaque como um dos melhores filmes do ano pela forma em que seu tema em si é tratado. No longa, são relatados seis contos em que o foco principal é como o ser humano se comporta diante das situações do dia a dia. De forma cômica, o diretor entrega um filme divertido, porém com uma temática séria, e que nos faz parar pra refletir sobre nossas atitudes no nosso cotidiano.
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Entre Abelhas

2015 foi um ano de boas impressões para o cinema nacional. “Entre Abelhas”, drama estrelado por Fábio Porchat, é um filme cuja temática aborda a Depressão, doença vivenciada por muitos atualmente. Contudo, o que se destaca é forma como o assunto é tratado. Conforme os sintomas vão avançando, pessoas próximas do convívio do protagonista começam a desaparecer. Um filme bem reflexivo e ótimo para debates!
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Birdman

Filme que ficou famoso pela sua fotografia baseada num grande plano-sequência, Birdman é muito mais do que isso. Uma produção que engloba diversos gêneros e fala sobre desde metalinguagem até crise de meia-idade e surrealismo, é estruturado num roteiro multifacetado, em atuações fantásticas, em idéias bastante ousadas e numa parte técnica estonteante. Ao ganhar quatro Oscar, entre eles o de melhor filme e melhor diretor de 2015, Birdman cimentou sua importância e mostrou que a arte e a discussão que a permeia também podem fazer bonito entre o público e a Academia.

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Selma

Falar sobre preconceito e direitos civis parece que nunca é demais, num mundo que às vezes parece continuar caminhando rumo a um passado conservador e limitado. Selma vem como um tapa. O filme lida com os acontecimentos antes, durante e depois da marcha realizada por Martin Luther King Jr entre as cidades de Selma e Montgomery. Essa marcha tinha como intenção a luta pelo direito de voto dos negros, algo que ainda era uma necessidade e sonho mesmo em uma época onde o próprio Luther King já havia ganho seu Nobel da Paz. Estruturado numa direção segura e em atuações eficazes, sendo a melhor de todas aquela de David Oyelowo como o pastor líder das multidões. Fugindo do tom de aula e de drama exagerado, Selma mostra o que precisa ser mostrado e é cada vez mais atual. Mesmo pontuando fatos com mais de 40 anos de idade…

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A Travessia

A volta de Robert Zemeckis ao tom fabulesco de produções como Forest Gump e De Volta para o Futuro demonstra o maior ponto forte deste prolífico diretor: contar histórias. Embora baseado em fatos reais – a travessia entre os dois prédios das Torres Gêmeas realizada pelo artista francês Philippe Petit em 1974 – é através da exploração do mágico e do lúdico que o filme extrai o seu melhor. Uma atuação irrepreensível de Joseph Gordon-Levitt como o francês mencionado e um 3D bastante especial que dá toda a dimensão física da travessia que dá nome à produção são as bases de uma história que foca no drama mas com tons extremamente engraçados e situacionistas.

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A Teoria de tudo

Este filme foi um dos mais emocionantes deste ano, contando a história de luta e superação diária da doença ELA por parte do genial astrofísico Stephen Hawking e de sua dedicada esposa Jane Wide. Desde o diagnóstico da doença, que concedia por volta de 2 anos à vida do jovem Stephen, ao amor que descobriu ao lado de Jane, que mesmo sabendo que logo poderia perder seu marido decidiu casar e viver ao seu lado o número limitado de dias que a vida lhes permitisse ter juntos. Sem o apoio e extrema dedicação de sua esposa, certamente o astrofísico não teria alcançado as mesmas realizações. Apesar do filme ter sido baseado no livro que Jane escreveu contando a história de vida do casal e da família que formaram com seus 3 filhos durante os 30 anos que passaram juntos, ele passa uma visão um pouco mais romantizada do próprio Hawking, que através da descrição dos eventos nos olhos de sua esposa demonstra ser excessivamente calculista e talvez por isso e pela própria acidez da doença que limita uma mente gigantesca em um corpo que definha dia após dia, um marido muito frio e exigente. Fora isso, não podemos esquecer de aplaudir – de pé, por favor – a maravilhosa atuação de Eddie Redmayne, que surpreendeu a todos entregando um trabalho impecável.
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Mad Max – Estrada da Fúria

Este remake do filme lançado nos anos 80, que já no trailer encheu nossas veias de adrenalina, foi uma agradável surpresa. Se passando numa realidade pós apocalíptica com alguns detalhes da cultura nórdica, a narrativa transcorre num nível quase incomparável de frenesi e loucura, perdas de fôlego e um visual muito diferente para o espectador, que depois de tanta emoção se levanta sacudindo a poeira que parece também se impregnar até em quem está do lado de fora da tela. Este ritmo acelerado transmite exatamente o desespero de quem tem sede de água e esperança, lutando com cada fibra de seu ser para saciá-la. Dito isso, temos que deixar bem clara aqui a gigantesca admiração que Furiosa causa. Definitivamente o destaque do filme, Charlize Theron se despe de todo o glamour já característicos dela sem jamais perder o sex appeal de uma mulher linda e, principalmente, poderosa. A personagem roubou facilmente a cena de Max, e principalmente neste ano onde tivemos com força total um empoderamento feminino ouso dizer que o filme merecia se chamar Mad Furiosa, tamanha a importância da personagem.

O Jogo da Imitação 


Um grande injustiçado do Oscar, mas com certeza um dos melhores do ano. O filme que conta a história  do criptoanalista inglês Alan Turing, interpretado brilhantemente por Benedict Cumberbatch, nos dá uma aula de história de tirar o fôlego. Com um roteiro magnífico, o filme além de mostrar como Turing inovou a ciência da computação e salvou milhares de vidas,  também mostra como a sociedade conservadora da época não reconheceu seu esforço e Turing perdeu a vida por um motivo banal.

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