Confira!

[366 Filmes] Perfume de Mulher – (2/366)

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E como segundo filme do ano, eis que escolhi uma das sugestões da Netflix em conjunto com a indicação de quase 2 anos de uma amiga. Confesso que não dediquei 100% da minha atenção ao filme, devido ao horário do almoço, mas segui firme e forte até o final da história escolhida!

“Perfume de Mulher” (1992), é um drama americano com o grande Al Pacino, que interpreta nessa história, um ex coronel com deficiência visual e um tremendo mal humor. Mas esse mal humor tem sua explicação na história.

 

A parte interessante nesse personagem solitário e pós-final de uma grande carreira, é o conhecimento do mesmo com perfumes, fragrâncias… talvez uma habilidade, um sentido, que a deficiência visual aprimorou com o tempo.  Em algumas cenas, o personagens faz perfeitas descrições de mulheres apenas pelos seus perfumes e outras vezes até em conjunto do som da voz de cada mulher.

O filme não me prendeu tanto quanto eu queria. Acho que no fundo eu espera um outro foco da história. Mas enfim, terminei o filme para tirar algo de bom, e para minha sorte, é claro que teve ótimos pontos, que me agradaram de verdade.

Na história, um jovem rapaz, que vai ter que prestar um testemunho a sua escola, dedurando quem aprontou uma brincadeira com o diretor da instituição. Esse jovem é um bolsista, um detalhe a se considerar no contexto da história.

Eis que ele acaba conseguindo um “emprego” como acompanhante do deficiente visual, que como já dito, não é nada agradável. Mas essa aproximação é o ponto forte da história, onde diversos acontecimentos fazem com que de alguma forma, um salve a vida do outro. Uma amizade é construída.

Gostaria de enfim falar sobre os 2 pontos altos nesse filme que eu me maravilhei, esses dois pontos na verdade são duas cenas. Eis  meu cometário sobre elas:

O TANGO: existe uma cena onde o personagem de Al Pacino, o deficiente visual, convida uma mulher em um restaurante para dançar tango com ele. E eu simplesmente achei a cena muito boa. Uma mistura dançante de requinte, sensualidade e respeito. E em toda a dança você consegue ver no trabalho de Al Pacino, que ali, naquela dança, é um senhor cego dançando com uma bela  mulher. Veja:

O DISCURSO: a segunda cena do filme, em que nem consegui piscar os olhos, foi o discurso final que acontece bem no finalzinho do filme. É o tipo de coisa que eu gostar de ver, pessoas defendendo pessoas. E o discurso do personagem de Al Pacino foi maravilhosamente bem construído, um ponto forte e memorável do filme.

Por Bruno Vieira

 

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Sobre Bruno Vieira (760 artigos)
Estudante de Comunicação Social – Publicidade, tem 27 anos e adoraria se lembrar do primeiro filme que viu em sua vida, mas o que passa em sua mente são flashs de sessões da tarde, com muitas aventuras, romances e filmes de terror da década de 80 e 90. Aprendeu a amar e se emocionar ( e tem prazer em chorar ) com o gênero drama. Gosta de comédia e ação e adora musicais e fantasia. Outro amor são as animações, filmes de heróis e tudo aquilo que faça qualquer um viajar com o poder da imaginação. Se identifica muito com o personagem Woody (Toy Story) pelo o quanto ele valoriza e faz pelas amizades. Um herói? Claro… O Homem-Aranha.

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