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[Confira!] Os dez melhores filmes LGBT de todos os tempos, segundo o BFI

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Celebrando 30 anos do festival LGBT de cinema BFI Flare, realizado pelo Instituto Britânico de Cinema (BFI), a organização realizou uma grande enquete para selecionar os melhores filmes com a temática gay de todos os tempos.

Os resultado cobre 84 anos de cinema, além de ter representantes de 12 países. O filme mais antigo da lista é o alemão “Mädchen in Uniform”, de 1931, que ficou em 14º.
Veja os filmes mais votados pelo júri do BFI, que foi formado por 100 especialistas, entre curadores, roteristas e criticos:
‘Carol’ (2015), de Todd Haynes

“O que eu amo em ‘Carol’ é a maneira como ficamos de foram do relacionamento central. Que audacioso! Que desafiador! Somos relegados ao nosso próprio voyeurismo, a sedução da imagem. Genial”, Sarah Wood, cineasta.

‘Weekend’ (2011), de Andrew Haigh

“Pessoas reais. Situações reais. Nada de ‘questões’ gays. Um antídoto maravilhoso para os clichês LGBT no cinema. Um exemplar do melhor tipo de drama sobre relacionamentos — gay ou hétero”, Robin Baker, curador do BFI.

‘Felizes juntos’ (1997), Kar-Wai Wong

“Já tinha visto muitos filmes LGBT excelentes antes de ‘Felizes juntos’, mas nenhum que mostrasse que ser gay pode ser tão legal. A última cena, com a música-título de fundo (‘Happy together’, dos Turtles) em um cover delirantemente feliz, é inesquecível”, Alex Davidson, roteirista.

‘O segredo de Brokeback Mountain’ (2005), de Ang Lee

“Foi inovador ver um filme mainstream com grandes estrelas abordar um romance gay de modo tão autêntico e sensível. Jake Gyllenhaal e Heath Ledger estão excepcionais. Michelle Williams também está maravilhosa como a mulher atordoada ao descobrir a verdadeira sexualidade do marido”, Nikki Baughan, jornalista.

‘Paris is burning’ (1990), de Jennie Livingston

“Glamour, música, brigas e tragédia; e é tudo real. Um filme especial com pedigree, em sua própria categoria. Como uma edição limitada de um sutiã de Gaultier. Uma história que diz mais sobre a vida e como vivê-la ao máximo do que mil promessas vazias que o mundo heterossexual poderia oferecer”, Topher Campbell, cineasta.

‘Mal dos trópicos’ (2004), de Apichatpong Weerasethakul

“Profundamente bizarro. Profundamente belo. A mais estranha e maravilhosa história de amor gay já contada. O encontro final entre o herói, procurando pelo amante perdido, e o tigre, é completamente hipnótico”, Alex Davidson, roteirista.

‘Minha adorável lavanderia’ (1985), de Stephen Frears

“Um dos melhores filmes sobre a era Thatcher – o que significava, como ela moldou a vida contemporânea e como seus valores poderiam ser desafiados ou retrabalhados”, Maria Delgado, crítica.

‘Tudo sobre minha mãe’ (1999), de Pedro Almodóvar

“O filme mais importante de Almodóvar, com uma situação narrativa que poderia ter saído diretamente de um melodrama de Douglas Sirk, acrescida de questões do fim do milênio como travestismo, transexualidade, AIDS, prostituição e perda súbita”, Michael Brooke, roteirista e produtor multimídia.

‘Canção de Amor’ (1950), de Jean Genet

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“O filme inacreditavelmente sexy de Jean Genet, passado em uma cadeia, tem uma das melhores cenas homoeróticas do cinema, quando dois presidiários sopram a fumaça de um cigarro de um para o outro por um pequeno buraco. O filme explora de forma estonteante sexo, poder e violência”, Selina Robertson, curadora.

‘Garotos de programa’ (1991), de Gus Van Sant

“Keanu Reeves e River Phoenix têm atuações corajosas nos papéis de dois garotos de programa gays, no tocante retrato de Gus Van Sant sobre a cena gay dos Estados Unidos durante o começo dos anos 90”, Nikki Baughan, jornalista.

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Sobre Bruno Vieira (760 artigos)
Estudante de Comunicação Social – Publicidade, tem 27 anos e adoraria se lembrar do primeiro filme que viu em sua vida, mas o que passa em sua mente são flashs de sessões da tarde, com muitas aventuras, romances e filmes de terror da década de 80 e 90. Aprendeu a amar e se emocionar ( e tem prazer em chorar ) com o gênero drama. Gosta de comédia e ação e adora musicais e fantasia. Outro amor são as animações, filmes de heróis e tudo aquilo que faça qualquer um viajar com o poder da imaginação. Se identifica muito com o personagem Woody (Toy Story) pelo o quanto ele valoriza e faz pelas amizades. Um herói? Claro… O Homem-Aranha.

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