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[Critica] Batman Vs Superman – A Origem da Justiça

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Fui conferir no último sábado (26) “Batman Vs Superman – A Origem da justiça”, em IMAX com uma galerinha do CCP. As expectativas eram muitas, não só as de conferir finalmente a um filme com o Morcego de Gothan e o Filho de Krypton, juntos em cena. Mas também as de ver a primeira adaptação/aparição da Mulher Maravilha no cinema e opa! Mais uma… a de conferir pela primeira vez um filme na tecnologia IMAX 3D. Deu para sentir como estavam as minhas expectativas, não deu?!

Foi adentrar a Sala IMAX para eu já ter minha primeira emoção do dia, e por que não dizer… mais uma experiência cinéfila para vida?! Pois bem, é sensacional aquela sala, aquela imensidão, a qualidade não só de imagem mais de som. Só sei que quero mais disso em minha vida!!! 🙂

E as luzes se apagaram. O som do ambiente se misturou ao silencio e ao mesmo tempo surgiam alguns “gritinhos” espalhados pela sala de cinema. “Gritinhos” de emoção… de “CA-RAM-BA! É AGORA!”… e a emoção tomou conta!

A cada cena que era revelado algo de um herói, a emoção era fantástica. Eu em sentia uma criança, realizando o sonho de ver finalmente um filme com os heróis mais conhecidos de minha infância… provavelmente meus olhos deviam brilhar! Algumas vezes eu chegava a cutucar meu amigo ao lado de tão animado/empolgado que eu estava com as cenas!

Vamos ao filme!!!

Achei ótima a introdução da história, não só o modo como foi lembrado o grande trauma de Bruce, mas também a sequência, quando a continuidade é a grande batalha em Metrópolis entre Zod e Superman. Foi uma sequência maravilhosa, pois acompanhamos ali, o que acontecia em outras partes da cidade enquanto os Krypitonianos se enfrentavam numa batalha destruidora.Bastou um borrão vermelho e azul passar cortando os céus e alguns prédios para rolar grandes emoções. Acredito que o tenha começado a desagradar a crítica, principalmente, tenha sido o que veio a seguir…

Muitas cenas rápidas, cortes do nada de uma cena para outra, jogando os expectadores de um lugar do planeta ou mesmo no “tempo” assim! Do Nada! isso quando a “imaginação” não se misturava com o que achávamos por momentos que fosse a realidade. Mas beleza… recuperávamos o sentido da história e seguíamos em frente.

As introduções a todos os personagens eram bem rápidas ou bem pouco desenvolvidas. O próprio vilão da história por exemplo, Lex Luthor, poderia ter tido uma melhor apresentação. No geral vejo muitas críticas severas à personalidade e escolha do ator para o papel do vilão… mas a mim convenção. Acredito ter sido o “Lex” que a história precisava. Era necessário um personagem psicótico capaz de trazer o caos, colocar heróis contra heróis e plantar o medo… e Lex era e foi capaz disso.

Muito foi falado também sobre o excesso de cenas de ação no longa, o que sinceramente eu não achei tanto, aliás, eu senti falta de mais cenas de ação e combate, principalmente entre os protagonistas da história, que só tiveram um único embate. Uma pena, pois a produção tem cerca de 2 horas e 30 minutos, e a tão esperada luta entre os heróis durou nada mais do que 5 minutos.

O que motivou a luta entre Batman e Superman, também foi algo meio que peculiar. O trailer promete um motivo, que a história acabou modificando ou dando outra ênfase. O motivo pelo o qual os heróis se acertam então… ixi… deixa a desejar! Ao mesmo tempo que é algo bom, algo humano, no final das contas também não resolveria aquela grande “rixa”.

O aparecimento da Mulher Maravilha no terceiro ato é simplesmente maravilhoso!!! A emoção foi tão grande que houveram até aplausos espalhados na sessão em que eu estive, e de certa forma foi mais que merecido. Gal Gadot brilha no papel da heroína, mas acho que no pós filme todos concordam que até sua presença poderia ter sido maior no longa, pois no filme, as cenas de luta em que aparece combatendo o vilão “Apocalipse”, nada mais foram do que as cenas completas do que foi mostrado no segundo trailer do longa.

Existem algumas falhas no roteiro, algo que vez ou outra, nos desconecta por instantes de prosseguir continuamente a história, nos jogando de um lado a outro, de um personagem a outro, assim… do nada.
Existe também algumas coisas difíceis de se engolir, cenas onde não a explicação para o que cada um faz… a Louis lane, que está ótima no filme, por exemplo, protagoniza uma das cenas onde temos que deduzir as Ns possibilidades.

Infelizmente ao terminar o filme, não me juntei à galera que começou a aplaudir o filme. Nem mesmo os meus amigos, que eu me lembre. Gostaria, de verdade, mas senti falta de um algo a mais. Algo de novo… de mais surpreendente do que a presença dos 3 principais heróis da Liga da justiça.

A presença dos heróis, por si só já valem a pena conferir o filme. É simplesmente demais vê-los em cena e em ação. Até mesmo a rápida aparição de Flash, Aquaman e Ciborg… aquilo nos contagia!!! Mesmo o contexto que esses heróis venham aparecer também venham carregados de mais uma daquelas coisas em que nos perguntamos pós filme: “Ué? mas como a logo dos caras já aparece, se nem uniformes os mesmos utilizam até então?!”. Entendem? Talvez quem tenha assistido possa concordar ou refletir sobre esse mesmo tópico.

Pra finalizar minha critica…

É claro que vale super a pena conferir o filme! É super ver esses heróis em cena! É super a emoção que sentimos por diversas cenas do longa. O filme ainda conta com maravilhosas referências dos quadrinhos, algo que realmente agradou os fãs dos quadrinhos.

Rola sim, uma trilha sonora bem bacana… não tanto quanto poderia ser marcante, como a do Homem de aço, que aliás, volta nesse filme, só um pouquinho modificada. A que mais impressionou e empolgou a galera, foi mesmo a da Mulher Maravilha, com tambores e batidas fortes que marca com louvor a chegada da heroína em cena.

Fora isso, boas cenas de ação, recheadas de bons efeitos visuais e um final que nos deixa na Super-ansiedade pelo “Liga da justiça”. Mas como uma obra cinematográfica… ficou a desejar, infelizmente! Era para o filme ser grandioso, pelo simples fato dos heróis serem os mais poderosos da DC. Era para inovarem, trazerem algo diferente… mas deixou a desejar.

Por Bruno Vieira

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Sobre Bruno Vieira (760 artigos)
Estudante de Comunicação Social – Publicidade, tem 27 anos e adoraria se lembrar do primeiro filme que viu em sua vida, mas o que passa em sua mente são flashs de sessões da tarde, com muitas aventuras, romances e filmes de terror da década de 80 e 90. Aprendeu a amar e se emocionar ( e tem prazer em chorar ) com o gênero drama. Gosta de comédia e ação e adora musicais e fantasia. Outro amor são as animações, filmes de heróis e tudo aquilo que faça qualquer um viajar com o poder da imaginação. Se identifica muito com o personagem Woody (Toy Story) pelo o quanto ele valoriza e faz pelas amizades. Um herói? Claro… O Homem-Aranha.

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