Confira!

[366 Filmes] O Piano – (58/366)

Filme-o-piano

Não é de hoje que eu estava curioso para conferir o filme que deu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante à mulher mais jovem, uma criança na verdade. Mas bem recentemente descobri que o mesmo filme também presentou a protagonista da história, com o Oscar de Melhor Atriz. Curiosamente ou não, ela encarnará a Senadora em Batman Vs Superman.

“O Piano” (1993) é um drama/romance , dirigido por Jane Campion, com Rose McIver, Holly Hunter, Harvey Keitel e Anna Paquin no elenco.

Sinopse: Na época vitoriana, quando a Nova Zelândia estava há pouco tempo sendo colonizada, para lá se muda Ada McGrath (Holly Hunter), um mulher que quando tinha seis anos de idade resolveu parar de falar. Ela vai na companhia de sua filha, Flora (Anna Paquin). O motivo de ter ido para lá é que Ada se casou com Stewart (Sam Neill) em um casamento arranjado, já que ela nem conhecia seu noivo. Ada imediatamente antipatiza com Stewart quando ele se recusa a transportar seu amado piano. Stewart negocia o instrumento e o passa para George Baines (Harvey Keitel), um administrador da região. Atraído por Ada, Baines concorda em devolver o piano em troca de algumas lições no instrumento, que Ada daria para ele. Mas estas “aulas” se tornam encontros sexuais cada vez mais intensos, onde Baines pagava Ada com uma ou mais teclas do piano, sendo que o pagamento estava relacionado à intensidade de intimidade proporcionada. Porém, logo esta situação sai do controle, gerando trágicas conseqüências.

Confesso que analisei nesse filme mais o trabalho das atrizes, que sim, deram um show em suas atuações, tanto a mãe, que faz o papel de uma muda na história que tem um certo contato e dependência de seu piano, quanto sua filha, uma garotinha de 7 ou 8 anos, que brilha naquele importante papel na trama.

O drama carrega um tom de suspense por todo o longa. Todo contato com a protagonista da história com o piano é muito interessante e curioso. Como a personagem é muda, devido a um trauma que teve em sua infância e nem mesmo a própria sabe o que foi, em algumas cenas traduzimos sua paixão pela música/piano como se fosse um meio de “falar” com o mundo. É aquele piano que a faz sentir como se ela falasse.

A menina, filha da protagonista nessa história, é um talento só. Elas se comunicam maravilhosamente pela linguagem de libras. O que achei maravilhoso nessa relação é como a menina traduz com rapidez e eficácia o que a mãe esta dizendo para as outras pessoas.

Vale a pena conhecer essa história. Que também tem um forte teor de romance, medo e perda.

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Sobre Bruno Vieira (760 artigos)
Estudante de Comunicação Social – Publicidade, tem 27 anos e adoraria se lembrar do primeiro filme que viu em sua vida, mas o que passa em sua mente são flashs de sessões da tarde, com muitas aventuras, romances e filmes de terror da década de 80 e 90. Aprendeu a amar e se emocionar ( e tem prazer em chorar ) com o gênero drama. Gosta de comédia e ação e adora musicais e fantasia. Outro amor são as animações, filmes de heróis e tudo aquilo que faça qualquer um viajar com o poder da imaginação. Se identifica muito com o personagem Woody (Toy Story) pelo o quanto ele valoriza e faz pelas amizades. Um herói? Claro… O Homem-Aranha.

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