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[Critica] Amor por Direito

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Não é de hoje que filmes que contam histórias baseadas em causas sociais me chamam tanto a atenção quanto me emocionam. Quando li, a cerca de um ano, a notícia de que a atriz Julianne Moore encarnaria o papel de uma lésbica em um drama, logo fiquei atento. Gosto demais dos trabalhos da atriz… e se são dramas então… ai que me maravilho realmente com seu trabalho.

Eu sabia que era um drama. Que ela, Julianne Moore e a atriz Ellen Page, seriam um casal, o que me deixou ainda mais curioso com o longa. Eu só não conhecia até então a história que seria contada. Bastou ler a sinopse divulgada, para eu ter certeza de que eu precisava conferir o filme o quanto antes.

Uma importante causa social, ou posso/devo dizer, causa LGBT é abordada no filme “Amor por Direito”, a igualdade. Sim, novamente uma produção fala de direitos e igualdade, mas nesse longa baseado em uma história real, a busca pela igualdade vem principalmente dos direitos que a União Estável concedia e os que não.

Na história, a personagem de Julianne Moore é uma detetive policial, de quase meia idade, competente e profissional, que esconde de todos sua opção sexual, não por medo, eu diria, mas por pensar que se todos souberem de sua opção, suas chances de se tornar uma tenente (Seu sonho), poderiam não existir. Certo dia, numa partida de vôlei em uma cidade vizinha, ela chama a atenção de uma garota bem mais jovem, que acaba se aproximando e pedindo o seu telefone.

Assim começa a relação das duas. Mas com toda discrição possível, já que Laurel, personagem de Julianne Moore, não deseja que as pessoas mais próximas de sua vida profissional, descubram. Algumas vezes ela apresenta sua namorada como parceira de casa, ou amiga que divida casa e quarto.

A Paixão é tanta que elas acabam fazendo a União Estável com aproximadamente um ano de relação. É ai que certo dia Laurel, acaba fazendo exames e descobre ter câncer no pulmão e estar em estado terminal. A doença já esta num estágio tão avançado que aos poucos Laurel vai ficando fraca e consumida pelo câncer.

Então Laurel decide pedir a corte de seu condado que aprove seu pedido, para deixar sua pensão para sua parceira, que acaba sendo recusado. Laurel é incentivada a não desistir e com isso começa a enfrentar duas grandes batalhas: A de lutar pelos seus direitos e de sua parceira, e a de tentar se manter viva até receber a aprovação de seu pedido, o que de certa forma a deixaria mais tranquilizada… em paz.

O filme conduz toda essa luta, nos levando a acompanhar o lado de Laurel e sua parceira, e também de seu parceiro policial, que a ajuda nessa batalha por seus direitos.

A emoção fica principalmente por conta da doença de Laurel, que a consome rapidamente, e mesmo estando na pior condição, não deixa de lutar pelo o que acredita ser justo, tanto com ela, como pela mulher que ama. É bastante emocionante acompanhar todo esse caso, principalmente sabendo que ele foi real. Que houve toda aquela luta, e que a própria serviu de exemplo e motivação a causa LGBT.
Por Bruno Vieira

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Sobre Bruno Vieira (760 artigos)
Estudante de Comunicação Social – Publicidade, tem 27 anos e adoraria se lembrar do primeiro filme que viu em sua vida, mas o que passa em sua mente são flashs de sessões da tarde, com muitas aventuras, romances e filmes de terror da década de 80 e 90. Aprendeu a amar e se emocionar ( e tem prazer em chorar ) com o gênero drama. Gosta de comédia e ação e adora musicais e fantasia. Outro amor são as animações, filmes de heróis e tudo aquilo que faça qualquer um viajar com o poder da imaginação. Se identifica muito com o personagem Woody (Toy Story) pelo o quanto ele valoriza e faz pelas amizades. Um herói? Claro… O Homem-Aranha.

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