Confira!

[Especial] Remakes

No especial de hoje, listaremos mais 5 filmes que ganharam remakes, mas que passaram longe de terem sido considerados bons! Confira:

Água Negra (2005)

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É sabido que nosso querido Walter Salles é um baita realizador, filmes como Central do Brasil (1998), Diários de Motocicleta (2004) e Linha de Passe (2008) falam por si, mas aqui no remake do terror japonês Dark Water – Água Negra (2002), não vemos nada do seu cinema autoral. Mesmo contando com um ótimo elenco formado por Jennifer Connelly, John C. Reilly e Tim Roth, Salles pisou feio na bola. Fez um trabalho genérico, que possuía um roteiro risível e tinha cenas pavorosamente mal construídas.

A Névoa (2005)

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Esta refilmagem de A Bruma Assassina (1980) – cult do gênero repleto de planos soberbos engendrados pelo mestre John Carpenter – é tão patética que poderia facilmente nem ser citada por aqui, mas sua ruindade e mediocridade é tamanha que deve ser lembrada. Além de transformar o forte drama de uma pequena cidade litorânea numa bobagem adolescente, as péssimas atuações e toscas investidas de sustos tornam este um dos remakes mais incultos já produzidos.

Conan, o Bárbaro (2011)

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Eis mais um grande fiasco em crítica e bilheteria, o 3D ainda se difundia e era (é) a atração caça-níquel do momento, mesmo assim o resultado foi desastroso. Também não é pra menos, o já experiente em remakes, Marcus Nispel, realizou um trabalho tão insosso que muitos saiam da sessão antes mesmo do fim. O troço está longe de ser um épico e não trazia nem mesmo um astro que pudesse chamar atenção. Então, diferente daquele estrelado pela lenda Arnold Schwarzenegger, esta produção é absolutamente esquecível.

O Sacrifício (2006)

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O Homem de Palha (1993), de Robin Hardy, uma brilhante junção entre terror e crítica social, pode até hoje ser visto e apreciado, isso porque não envelheceu e os pontos debatidos continuam mais pungentes do que nunca. Por outro lado este O Sacrifício, de Neil LaBute, estrelado por Nicolas Cage, é um dos maiores erros quando se fala em remakes. É completamente sem tato, detêm de umas das atuações mais canastras de Cage e fez com que a ideia original de Hardy virasse uma paródia colossal. É quase um crime.

Psicose (1998)

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No final da década de 1990, o bom cineasta Gus Van Sant foi contratado para fazer simplesmente o remake de um dos maiores suspenses da história do cinema, Psicose (1960). O que para ele foi um prêmio, já que era fã assumido de Alfred Hitchcock. Surpreendentemente, Van Sant decidiu que não mudaria nada do filme original, e assim o fez (exceto uma peculiar cena de masturbação envolvendo Norman Bates): repetiu quadro a quadro tudo o que fez Hitchcock, usou a trilha clássica de Bernard Herrmann e instruiu os atores Vince Vaughn e Anne Heche a seguirem os trejeitos de Anthony Perkins e Janet Leigh. No entanto, o tiro saiu pela culatra, o troço foi considerado uma cópia barata pela crítica e público, sem nenhuma liberdade artística e de atuações vexatórias. Sendo uma catástrofe também para o próprio estúdio, justamente o oposto que fez o mestre do suspense.

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