Confira!

[Especial] A Hora do Pesadelo 5 – O Maior Horror de Freddy (1989)

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Com menos da metade do orçamento de seu predecessor, A Hora do Pesadelo 5 chegou aos cinemas em 1989, com direção de Stephen Hopkins (de Predador 2 e vários episódios de 24 Horas) e roteiro de John Skipp, Craig Spector e Leslie Bohem.

Alice e Dan estão de volta, vividos pelos mesmos atores. Acabando de se formar e com novos amigos, o casal está bem feliz, até que Alice começa a sentir o retorno de Freddy. O maníaco mata Dan enquanto Alice está acordada, o que logo mostra que as regras mudaram, já que obviamente ele não usa mais os sonhos de Alice para atingir suas vítimas.

Conforme o filme segue, vemos que Alice está grávida e os sonhos do feto são o novo meio de acesso de Freddy. Paralelamente, Alice sonha também com a mãe de Freddy, Amanda (desta vez vivida por Beatrice Boepple), aprendendo que o espírito da atormentada freira ainda está no asilo onde supostamente ela se matou.

Com a ajuda da amiga Yvonne (Kelly Jo Minter, de Os Garotos Perdidos), Alice vai para cima de Freddy para salvar seu filho ainda não nascido. Enquanto Yvonne liberta o espírito de Amanda, Alice tenha salvar a manifestação de seu filho Jacob (Whit Hertford) em uma cena muito parecida com a das escadas de ponta cabeça presente em Labirinto: A Magia do Tempo.

Já livre, Amanda instrui Jacob na batalha e juntos conseguem derrotar Freddy, que é em seguida aprisionado por sua mãe, embora a situação se demonstre logo de cara precária, ficando óbvio que ela não conseguirá deter o assassino por muito tempo. Isso fica mais aparente ao final do filme, quando mais uma vez as crianças pulando corda aparecem acompanhadas pela famosa cantiga de Freddy.

Também considerado um dos piores filmes da franquia, este capítulo não é elogiado nem pelo próprio Robert Englund, que o considera o mais fraco junto do segundo filme. O ator, aliás, aparece novamente sem a maquiagem de Freddy numa cena que mostra todos os potenciais pais de Freddy no hospício, sendo Englund um deles.

Embora fraco, o filme tem algumas cenas interessantes, inclusive uma em que uma das vítimas entra numa revista em quadrinhos, com direito ao surgimento de Super Freddy (que nesta versão é interpretado por Mike Smith, de Homens de Preto 2). Nesta parte da saga o humor negro começa a se transformar num humor mais leviano, por vezes até bobo, o que funciona em poucos momentos, e na maioria das vezes contribui para a baixa qualidade da produção.

Se junta a isso o exagero no tema da relação entre pais e filhos abordado em quase todos os personagens, além do principal defeito: uma descarada regressão nos efeitos especiais, os piores até aqui.

HQManiacs

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