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[Crítica do Leitor] TARTARUGAS NINJAS – FORA DAS SOMBRAS

TARTARUGAS NINJAS – FORA DAS SOMBRAS

TARTARUGAS NINJAS – FORA DAS SOMBRAS
Ação, Aventura, Comédia
2016
112 minutos

Direto dos esgotos da cidade de Nova York, os quatro irmãos, Ângelo, Donatello, Leonardo e Rafael, estão prontos para impedir que o plano de fuga do vilão Destruidor seja concluído, mas enquanto se preocupam trabalhando contra isso, são surpreendidos com uma ameaça ainda maior: Krang pretende dominar o mundo e une forças com os outros vilões. Agora as Tartarugas Ninja precisam sair das sombras e agir para impedir que o pior aconteça e ao mesmo tempo se fazendo conhecer pelo grandioso papel que sempre tiveram em defender a cidade que tanto amam.

Foi a menos de dois anos em que tivemos a oportunidade de ver nas telas do cinema o filme Tartarugas Ninja (2014), agora eles voltaram com a linda April O´Neil, o Rato mutante Mestre Splinter e Casey Jones para mais uma aventura repleta lutas e efeitos especiais grandiosos. Para os amantes dos desenhos que marcaram a infância de muitos nas décadas de 1980 e 1990, será uma ótima oportunidade para sentir uma nostalgia mais uma vez. Poderemos rever os vilões Krang, Destruidor, Dr Baxter Stockman, Rocksteady e Bebop em seu tão “clichêjado” desejo de dominar o mundo tão comuns em tantos vilões dos filmes. Um filme feito produzido exclusivamente para os fãs dos irmãos tartarugas, faltando uma trama mais gloriosa para que agradasse ate aqueles que vão assistir por curiosidade ou por não terem uma outra opção; isso aconteceu e deu certo com o filme Warcrafit – O Primeiro Encontro de Dois Mundos, que mesmo não conhecendo o jogo, pode se sentir atraído pela produção de primeira.
Continuando a falar sobre os efeitos especiais, posso afirmar que eles são magníficos e surpreendem mesmo pela perfeição, ainda melhor que os do primeiro filme. A trama é bem amarrada, mas bem discreta ou ate mesmo boba (infelizmente), nenhum clímax ou apogeu que surpreenda ou traga suspiros; e o romance presente trata-se de algo desnecessário. Fotografia foi ótima, e a trilha sonora ate que agradam.

Elenco:
De antemão posso falar que o papel que o elenco assumem são de pouco brilho, sem muito a exigir. Acredito que em outros papeis eles poderiam desempenhar de maneira mais opulente, acredito.

Megan Fox (Transformers; Garota Infernal), é April O´Neil. Linda e sedutora. Boa atriz, que teve um desempenho que não deixa a desejar, mas não foi glorioso;

Stephen Amell (Quando Chama o Coração; Arrow I Temporada) é o Casey Jones, que não fez nada o mais do que o planejado, um patinador sem muito destaque, praticamente desnecessário seu papel na trama;

Brian Tee (Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros; Wolverine Imortal) é o Destruidor; papel fraco, sem notabilidade. Suas caras e bocas foram melhores ate abrir a boca e demonstrar um personagem bobo;

Que lições podemos tirar dessa produção? Bom, eu poderia citar alguns tais como: O respeito mutuo que deve existir em quaisquer relacionamentos que visam pela boa convivência; Não deixe de fazer o que é correto, mesmo que as pessoas não lhe valorizem ou reconheçam seus esforços; não deixe de lado aquilo que construiu para valorizar aquilo que não tem; e aprendam a lidar com as diferenças, aceitando os outros como são e não exigindo que elas sejam como queremos.

Nota: 5,0

Análise enviada pelo Colaborador: Edvan Lima

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Sobre Colaborador CCP (8 artigos)
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