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[Confira!] Anne Hathaway conta que fingiu felicidade ao ganhar Oscar em 2013

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Por essa ninguém esperava, Anne Hathaway contou que fingiu estar feliz ao ganhar Oscar em 2013. Anos depois disso, a atriz relatou o que sentiu naquele momento ao ao jornal britânico “The Guardian”.

Hathaway ganhou o prêmio de melhor atriz coadjuvante por interpretar Fantine em “Os Miseráveis” (2012). A personagem é extremamente tocante e tem umas das cenas mais tristes do filme, toda sua trajetória na história é bem sofrida.

Ela contou à publicação que ainda sentia o penso da personagem e por isso forjou uma felicidade no Oscar.

“Eu me senti muito desconfortável. Tive que ficar de pé na frente das pessoas e sentir algo que eu não sentia, que é uma felicidade simples. É uma coisa óbvia, você ganha um Oscar e supostamente deve ficar feliz. Eu não me senti assim. Eu me senti mal porque estava em um vestido que custa mais do que algumas pessoas vão ver em sua vida, e ganhei um prêmio por interpretar uma dor que é real para boa parte da nossa experiência coletiva como seres humanos”

Outros artistas já passaram por uma situação semelhante e não aceitaram o prêmio. Como no caso do Marlon Brando, que em 1973 rejeitou sua estatueta por sua atuação em “O Poderoso Chefão”. Ele fez isso como protesto pela falta de índios americanos em papéis de destaque na TV e cinema.

Ele não foi a premiação e enviou a ativista Sacheen Littlefeather, que leria um discurso seu, à cerimônia. A organização do Oscar cortou a moça que só pode falar por 45 segundos. Depois, o texto de Brando foi publicado na íntegra à imprensa.

Assista o momento abaixo:

Marlon Brando foi o segundo ator a rejeitar o prêmio, antes dele George C. Scott, que ganhou a estatueta pela produção “Patton, Rebelde ou Herói?”.

Reprodução Papel Pop

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Sobre Bruno Vieira (760 artigos)
Estudante de Comunicação Social – Publicidade, tem 27 anos e adoraria se lembrar do primeiro filme que viu em sua vida, mas o que passa em sua mente são flashs de sessões da tarde, com muitas aventuras, romances e filmes de terror da década de 80 e 90. Aprendeu a amar e se emocionar ( e tem prazer em chorar ) com o gênero drama. Gosta de comédia e ação e adora musicais e fantasia. Outro amor são as animações, filmes de heróis e tudo aquilo que faça qualquer um viajar com o poder da imaginação. Se identifica muito com o personagem Woody (Toy Story) pelo o quanto ele valoriza e faz pelas amizades. Um herói? Claro… O Homem-Aranha.

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